Eu nunca tive medo da morte.
Sempre temi os segundos finais da vida.
SaMuCaLoPeS
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Natal com chuva!
Esse anos tivemos um natal com chuva.
Não é neve como nos filmes.
só chuva.
fria e úmida, deixando os carros sujos de areia.
Imaginei o papai noel todo molhado, quando passava pelo Brasil.
Seu trenó com certeza se encherá de água como uma grande banheira.
Talvez tenha sido por isso que não me trouxe nenhum presente.
E logo esse ano que fiz uma chaminé com uma caixa de papelão.
Achei que o ano passado não teria vindo por isso.
Todo mundo sabe que ele entra pela chaminé.
Mas agora o papelão está todo molhado e acabou rasgando.
Eu iria usar ele para me cobrir também, mas desse jeito vai dar mais frio que esquentar.
Os trovões de ontem pareciam com sua risada.
Me deram esperança de finalmente vê-lo.
Porém o último soou muito mais como um rugido de raiva do que como a doce risada de que ouvi falar.
A irmã Cristine disse que sua barba era muito macia, enquanto me servia sopa ontem.
Acho que era segredo, ela ter o visto.
A madre superiora ficou nervosa quando a viu me contando essa história.
Bem, diário..
O fato é que esse ano tivemos um natal com chuva.
Não como nos filmes.
Só chuva!
Não é neve como nos filmes.
só chuva.
fria e úmida, deixando os carros sujos de areia.
Imaginei o papai noel todo molhado, quando passava pelo Brasil.
Seu trenó com certeza se encherá de água como uma grande banheira.
Talvez tenha sido por isso que não me trouxe nenhum presente.
E logo esse ano que fiz uma chaminé com uma caixa de papelão.
Achei que o ano passado não teria vindo por isso.
Todo mundo sabe que ele entra pela chaminé.
Mas agora o papelão está todo molhado e acabou rasgando.
Eu iria usar ele para me cobrir também, mas desse jeito vai dar mais frio que esquentar.
Os trovões de ontem pareciam com sua risada.
Me deram esperança de finalmente vê-lo.
Porém o último soou muito mais como um rugido de raiva do que como a doce risada de que ouvi falar.
A irmã Cristine disse que sua barba era muito macia, enquanto me servia sopa ontem.
Acho que era segredo, ela ter o visto.
A madre superiora ficou nervosa quando a viu me contando essa história.
Bem, diário..
O fato é que esse ano tivemos um natal com chuva.
Não como nos filmes.
Só chuva!
quinta-feira, 28 de maio de 2015
À luz do trono
Sinopse
A maior história que a humanidade já ouviu sempre foi contada
incompleta, pois até o momento não se sabia ao certo como a grande
guerra entre Deus e Lúcifer havia começado.
João Mendes era só um escritor em busca de uma boa história para
contar em seu novo livro, porém ao se deparar com o estranho senhor
Serviel sua vida mudará completamente, pois será lhe revelado os maiores
segredos de todos os tempos.
Muitas batalhas, amores e mistérios na obra prima de Samuel Lopes.
"Rock´n roll à vista foi bom, mas eu sinto que esse livro dará realmente
um novo significado a minha carreira como escritor".
Categorias:
Fantasia, Bíblia, Aventura, Religião, Ficção, Escatologia
Palavras-chave: anjos, aventura, batalha, céu, céus, deus, guerra, inferno, lúcifer, nos
sábado, 3 de janeiro de 2015
Magia
Quando eu pensei em não acreditar mais em magia.
Olhei e vi uma grande bola de areia flutuando sobre todos os homens.
E eles a chamavam de lua.
Era ela iluminada por uma outra bola.
Uma chama poderosa que invadia todas as ruas.
E o que pode ser isso se não magia?
Vi os raios de luz se dividirem em arco íris.
Vi a íris de uma menina que o olhava.
E o que pode ser isso se não magia?
Eu olhava ao meu redor e sentia.
Dos mistérios vêm as crendices eu sei.
Mas a tolice não é irmã da alegria?
O que pode ser isso se não magia?
Perguntei a todos os homens.
E eles a chamavam de lua.
Olhei e vi uma grande bola de areia flutuando sobre todos os homens.
E eles a chamavam de lua.
Era ela iluminada por uma outra bola.
Uma chama poderosa que invadia todas as ruas.
E o que pode ser isso se não magia?
Vi os raios de luz se dividirem em arco íris.
Vi a íris de uma menina que o olhava.
E o que pode ser isso se não magia?
Eu olhava ao meu redor e sentia.
Dos mistérios vêm as crendices eu sei.
Mas a tolice não é irmã da alegria?
O que pode ser isso se não magia?
Perguntei a todos os homens.
E eles a chamavam de lua.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Uma self com Noel - Conto de Natal
O som do antigo carro do senhor Antonio, meu vizinho, invadiu o quarto rasgando meu sono como um fino papel de presente de natal. Naquele ano eu havia decidido surpreender o Papai Noel bem no momento em que ele estivesse deixando meu presente, mas, como todos os anos anteriores, fracassei em me manter acordado. Antes disso, havia dito aos meus pais que iria me recolher mais cedo e aproveitei para "pegar emprestado" a câmera fotográfica que vi minha mãe guardar um dia antes por trás da segunda prateleira de perfumes em seu guarda-roupas.
-Uma selfie com Papai Noel! - Pensei alto enquanto deixava escapar um sorriso quase maléfico, como o dos vilões de filmes de ação quando planejam um ataque mirabolante.
Olhei para o relógio e me enchi de esperanças ao ver que ainda eram duas da manhã. Pensei que o Brasil não seria o primeiro país a receber sua visita, pois sempre imaginei que ele começava a distribuir os presentes pelos países mais pobres. Aqueles com as crianças mais carentes. Eu não era rico, mas podia esperar um pouco mais na fila e dar preferência aos meninos e meninas que muito provavelmente estavam passando fome na noite dos banquetes. Ainda havia, a final de contas uma chance de encontrá-lo.
Pac! Pac!
Um barulho estranho pareceu vir da sala.
Só podia ser ele.
Me levantei bem devagar para não assustá-lo. Todo mundo sabe que o piloto do trenó é muito tímido e sempre acaba dando um jeito de escapar de nossos olhos.
Coloquei meu pé no chão e senti através de minhas meias a baixa temperatura das cerâmicas na madrugada.
Olhei para o quarto dos meus pais e conferi se a porta estava fechada.
- Está sim, é ele. - Sussurrei para mim mesmo, mordendo os lábios de felicidade.
Minha alegria logo se foi quando percebi que a câmera não estava comigo. Eu a tinha deixado na cama, bem debaixo do travesseiro. Meu pai sempre dizia que não registrar o momento é abrir a possibilidade de esquecê-lo. Eu definitivamente não queria dar chances para o esquecimento.Voltei imediatamente para o quarto em busca da máquina e enquanto caminhava pensava na legenda da foto para o facebook. Talvez "Selfie com meu grande amigo Noel" ou "Visita do meu brother Papai Noel". O fato era que qualquer coisa que estivesse escrito no post teria muitas curtidas. Talvez até vários compartilhamentos.
Coloquei a mão por debaixo do travesseiro e pude sentir quão macia estava minha cama. O lençol novo era mesmo muito agradável.
zzzzzZZZzzzZZ.
-Uma selfie com Papai Noel! - Pensei alto enquanto deixava escapar um sorriso quase maléfico, como o dos vilões de filmes de ação quando planejam um ataque mirabolante.
Olhei para o relógio e me enchi de esperanças ao ver que ainda eram duas da manhã. Pensei que o Brasil não seria o primeiro país a receber sua visita, pois sempre imaginei que ele começava a distribuir os presentes pelos países mais pobres. Aqueles com as crianças mais carentes. Eu não era rico, mas podia esperar um pouco mais na fila e dar preferência aos meninos e meninas que muito provavelmente estavam passando fome na noite dos banquetes. Ainda havia, a final de contas uma chance de encontrá-lo.
Pac! Pac!
Um barulho estranho pareceu vir da sala.
Só podia ser ele.
Me levantei bem devagar para não assustá-lo. Todo mundo sabe que o piloto do trenó é muito tímido e sempre acaba dando um jeito de escapar de nossos olhos.
Coloquei meu pé no chão e senti através de minhas meias a baixa temperatura das cerâmicas na madrugada.
Olhei para o quarto dos meus pais e conferi se a porta estava fechada.
- Está sim, é ele. - Sussurrei para mim mesmo, mordendo os lábios de felicidade.
Minha alegria logo se foi quando percebi que a câmera não estava comigo. Eu a tinha deixado na cama, bem debaixo do travesseiro. Meu pai sempre dizia que não registrar o momento é abrir a possibilidade de esquecê-lo. Eu definitivamente não queria dar chances para o esquecimento.Voltei imediatamente para o quarto em busca da máquina e enquanto caminhava pensava na legenda da foto para o facebook. Talvez "Selfie com meu grande amigo Noel" ou "Visita do meu brother Papai Noel". O fato era que qualquer coisa que estivesse escrito no post teria muitas curtidas. Talvez até vários compartilhamentos.
Coloquei a mão por debaixo do travesseiro e pude sentir quão macia estava minha cama. O lençol novo era mesmo muito agradável.
zzzzzZZZzzzZZ.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Vida
- Toma!
- O que é?
- Vida!
- O que faço com ela?
- Aproveita.
- Como?
- Não perguntando demais.
- O que é?
- Vida!
- O que faço com ela?
- Aproveita.
- Como?
- Não perguntando demais.
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